Novo livro releva que estamos prestes a curar a velhice.

Andrew Steele não promete a imortalidade mas afirma que os fenómenos associados à velhice podem ser contrariados.

Parabiose heterocrónica é um nome que provavelmente não nos diz nada, no entanto, é também o exemplo avançado por Andrew Steele para justificar a teoria.

O termo designa uma experiência onde dois ratos, um velho e um novo, que foram sujeitos a uma intervenção que liga os vasos sanguíneos onde através de uma operação digna de um filme de terror, os dois passam a ser siameses.

O objetivo foi perceber o efeito que a ligação teria no mais velho. O resultado foi positivo e podemos afirmar que o rato com mais idade se tornou mais forte e saudável, demonstrando que existe um “poder rejuvenescedor”.

Foi um dos argumentos em “Ageless: The New Science of Getting Older Without Getting Old”, pelo cientista e autor britânico, doutorado em Física pela Universidade de Oxford e especializado em Biologia.

Steele explica que este envelhecimento — a estatística diz que a probabilidade de morrermos duplica a cada oito anos, deixando-nos mais suscetíveis a doenças como cancro, enfartes ou demência — não é mais do que um conjunto de problemas que podem e devem ser resolvidos pela ciência.

“Sabemos hoje que nenhum de nós tem uma espécie de relógio interno programado para nos matar e abrir espaço para os nossos filhos. Pelo contrário, o envelhecimento é uma omissão evolutiva: o resultado de mutações acumuladas que pioram a forma física na idade avançada”, explica.

 

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